Uma auto crítica agora: Tenho ódio e estou ciente que erro em falar mal de quem sente ódio também.
Aliás, exagero em dizer tal coisa porque se trata duma raivazinha só, algo meio incômodo e chato. Não é de alguém mas sim de uma ideia que existe por aí; É se estressar com o senso comum e com a “moda de pensar”.
O que rola no pensamento alheio e que me tiiira do sério, é o “sentimento miojo”, logo, INSTANTÂNEO. O sentimento que surge do nada e some do nada de que veio, o que é tão intenso que chega ser sem graça quando passa e tem aquele quê de quero mais no presente. Quem lê já imagina rapidamente se existe um sentimento específico que seja assim; até existe, a paixão, mas acho tão last week discutir isso que generalizo como QUALQUER SENTIMENTO HUMANO.

Mas tenho que admitir, é o momento que faz desse sentimento ser intenso ou não, se ele serve de algo ou só atrapalha quando surge; e isso até um macaco sabe.Tudo é relativo minha gente!
A efemeridade das coisas não incomoda a todos óbviamente, se não ela nem existiria, mas pôxa, indignem – se com o dogma que existe de que “tudo passa, e o que fica é o que DEVE ser relevado”. Fala sério!
Essa é a teoria que serve, é o lado bom das coisas práticas. Tá, e se tudo que for almejado vire pó e sempre houver conformação? “Sacode a poeirra, dá a volta por cima” vira frase de geladeira na vida de geral, combinemos.
Se conselho fosse bom a gente vendia, mas ó: Leia muitos livros de auto-ajuda, eles são livros verdadeiros,eles trazem em si o que vendem por ai : AJUDA.
É linda a eficiência deles! Isso é perceptível na grama cor de rosa que cresce no jardim de quem lê, tudo é belo, tudo é possivel e se for bonzinho tu vai pro céu =D.
“Guardar ressentimento é como tomar veneno e esperar que a outra pessoa morra”.
William Shakespeare